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PANFLETO VERSÃO 2008 03 23 A

VAMOS DAR UM BASTA
Berço das Águas SOB AMEAÇA
Moradia Acessível para média e baixa renda EM EXTINÇÃO


 


        A Federação de Entidades que congrega associações de moradores, entidades de classe e ambientalistas representou junto ao Ministério Público e à Câmara Legislativa do Distrito Federal pedindo a retirada de pauta do projeto de lei sobre o PDOT.


 O pedido visa permitir nova discussão dentro do Executivo uma vez que este alterou o conteúdo discutido com a sociedade em outubro de 2007 e vai inviabilizar cada vez mais a moradia digna para cidadãos de baixa e média renda, propondo ainda a destruição de várias áreas de proteção de mananciais e não trazendo uma proposta de um plano habitacional para o DF.


 O projeto continua na Câmara, alterado mais uma vez pela equipe da SEDUMA, que reduziu ainda mais as áreas rurais e extinguiu "na caneta" as APMs que protegem as fontes de captação de água potável do DF e as nascentes da Reserva da Biosfera. Essas alterações, por não ter sido discutida com a sociedade, são ilegítimas e ILEGAIS.


A Federação convida a todos para reagir, manifestar-se, assinar e passar o abaixo assinado que prepararmos bem como comparecer nas manifestações e nas assembléias.


Como disse Niemeyer ao jornal inglês The Gardian: "Brasília precisa dar um BASTA".


Queremos moradia digna, transporte público acessível, ar e água.


Vejam o que nos espera:

Terras Públicas em áreas de proteção de mananciais e áreas rurais serão liberadas pelo projeto de revisão do PDOT enviado pelo governo à Câmara Legislativa para a especulação imobiliária.

Apartamentos no Noroeste devem custar 600.000,00

Gabarito de Águas Claras pulou de 12 para 27 andares.

Lago Paranoá assoreado e poluído. Quem vai apagar a conta da despoluição? Quem vai suportar o odor fétido quando o ribeirão do Gama trouxer sedimentos e poluição para o Lago ao invés de água limpa após a construção da Cidade do Catetinho?

População de baixa e média renda sem acesso à moradia digna e cada vez mais jogada para a periferia, usando transportes caríssimos e enfrentando grandes engarrafamentos.


Distrito Federal sem água potável e reservas ecológicas sem florestas de galeria ao longo dos rios e nascentes que ficarão secos.


"Moradores de Brasília tomando água "despoluída" de Corumbá IV e outros porque a especulação imobiliária vai construir prédios sobre as bacias de contribuição onde infiltram as águas que alimentam as Áreas de Proteção de Mananciais"


A despoluição não tira químicos que saem na urina e fezes provenientes de hormônios e outros remédios. Na Europa a contagem dos espermatozóides masculinos diminuiu por causa de hormônios vindos de anticoncepcionais excretados em águas de esgoto "despoluídas" para consumo humano. Nos EUA químicos de remédios também passam para as águas potáveis despoluídas. Queremos isso para nós?


São Paulo, Manaus e outras cidades que foram alvo de especulação imobiliária no passado tem parte do seu centro ociosa. Quem perde? O investidor, ou seja, o morador que na época do boom imobiliário não consegue pagar o preço abusivo. Quem Ganha? As grandes construtoras e incorporadoras da indústria da construção civil.


O PDOT, na forma do projeto de lei que o governo enviou à Câmara, vai trazer tudo isso para a Capital Federal, Patrimônio da Humanidade, Reserva da Biosfera do Cerrado e NOSSA CIDADE.

Equipe da SEDUMA, dirigida por políticos e técnicos vindos de Curitiba, alterou a proposta apresentada a sociedade em outubro de 2007 acrescentando novas zonas de ocupação, reduzindo áreas rurais, extinguindo as áreas de proteção de mananciais do Catetinho, da Cachoeirinha e do São Bartolomeu e construindo prédios sobre a bacia de contribuição do ribeirão do Gama que dá suporte às matas que circundam as nascentes da Reserva da Biosfera e mantém o Lago do Paranoá com água limpa.

Primeiro extinguiram a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos  existente e agora ignoram o pequeno setor ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do DF colocado dentro do órgão que ele deveria ser fiscalizado.

Projetos de meio ambiente e urbanismo do GDF estão sendo elaborados por equipe de arquitetura de Curitiba" inclusive recebendo para refazer projetos que já existem e nunca foram executados,  como o do Parque Burle Marx, dita "compensação ambiental" para o setor Noroeste.

E as grandes construtoras do sudeste já estão chegando para construir os prédios sobre as APMs, destruindo as nossas águas para vender para especuladores, pois a maioria dos brasilienses não pode pagar R$ 600.000,00 por um apartamento como está sendo noticiado para o Noroeste.
"Em Curitiba,  ocuparam os fundos dos vales.
No Cerrado, os campos úmidos e as veredas, os grotões e as encostas escarpadas guardam o delicado berço das águas."


Contate a Comissão pró-Federação em Defesa do DF nos telefones 3032 2639 ou pelo e-mail defesadodf@ida.org.br


 

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